Podemos diferenciar as categorias de multimédia em Linear e Não-Linear.
Linearidade: É a passagem de conteúdos de multimédia através de acções pré-programadas.

Por exemplo, um utilizador a ver um canal de televisão apenas consegue alterar o volume, o contraste, a cor e o brilho da televisão, não pode alterar a ordem de programação do canal, ou mesmo o ângulo de gravação de uma dada câmara de filmar.
A linearidade é muito mais monótona para o utilizador do que a não-linearidade e pode também ser mais difícil para o utilizador aprender a utilizá-la, pois não tendo interacção com a máquina, não tem tanta facilidade em aprender, estando limitado a assistir.
Não-linearidade: É a passagem de conteúdos multimédia em que o utilizador interage com o desenrolar da acção.

Por exemplo, na utilização de um CD áudio, o utilizador pode escolher ele mesmo as músicas que quer ouvir, não há um sequência certa do desenrolar do áudio.
Interagir num ambiente não-linear pode ser mais confuso para o utilizador, podendo “perder-se” no sistema, pois é ele que escolhe um de vários caminhos que tem à sua disposição
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